Na noite desta quarta-feira, a delegação do Flamengo desembarcou em Lima (Peru), por volta das 22h (horário de Brasília), vinda do Rio de Janeiro, rumo à final da Copa Libertadores da América contra o Palmeiras, marcada para o sábado seguinte — 29/11, às 18h (horário de Brasília).
Desde o fim da tarde, torcedores já se concentravam na região de Miraflores, notadamente na rua conhecida como Calle de las Pizzas — ponto tradicional da vida noturna de Lima e que, na data, tornou-se reduto da torcida rubro-negra.
Ao longo de cerca de 30 minutos, ao som de cânticos, bandeiras e muitas camisa-vermelhas, o grupo seguiu em caminhada até o hotel onde o time se hospedaria — o Hotel Hilton Lima Miraflores.
recepção foi marcada por fogos de artifício, sinalizadores, gritos, cânticos e uma energia típica de torcida: as ruas de Lima, por algumas horas, vestiram-se em vermelho e preto.
Ao chegar ao hotel, jogadores como Danilo foram vistos abrindo o isolamento para cumprimentar torcedores — um gesto que intensificou a celebração e transformou a chegada em noite de festa.
Segundo relatos, vários atletas deram atenção aos fãs: autógrafos, fotos e acenos fizeram parte da recepção, reforçando o vínculo entre clube e torcida.
A recepção da torcida do Flamengo em Lima é, acima de tudo, uma declaração de amor ao clube e ao futebol. Mais do que festa, é história — história de quem acredita, vibra, viaja e se entrega por uma paixão que vai além de resultados. Para a final da Libertadores, a torcida já avisou: eles não estarão apenas nas arquibancadas. Estarão nas ruas, no hotel, nos cânticos, nas câmeras, com o coração na mão e a esperança acesa.



