Acordo histórico: Trump e líderes mundiais oficializam paz na Faixa de Gaza após dois anos de guerra

Trump e presidentes de Egito, Qatar e Turquia selam acordo de cessar-fogo em Gaza — Israel liberta reféns e partes trocam prisioneiros

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Nesta segunda-feira, 13 de outubro de 2025, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump assinou um acordo de paz relativo à Faixa de Gaza junto a presidentes do Egito, Qatar e Turquia, durante cúpula realizada em Sharm el-Sheikh, no Egito. O documento formaliza um cessar-fogo imediato e abre caminho para trocas de prisioneiros e liberação de reféns.

No âmbito do acordo, todas as pessoas israelenses ainda vivas mantidas em cativeiro foram liberadas por Hamas. Em contrapartida, Israel libertou cerca de 2.000 prisioneiros palestinos, com parte encaminhada à Cisjordânia ou à Faixa de Gaza. Também foram devolvidos corpos de reféns falecidos.

O evento contou com mais de 27 países presentes, incluindo França, Reino Unido e países árabes, que reafirmaram compromisso com a reconstrução e estabilidade da região. No comunicado conjunto, os signatários afirmaram apoio à “paz duradoura” e igual tratamento para palestinos e israelenses — embora não se comprometam explicitamente com a criação imediata de um Estado palestino.

O presidente egípcio Abdel Fattah el-Sisi classificou o momento como histórico e defendeu que o plano de Trump representa “a última chance” de paz na região.  Trump, por sua vez, afirmou que o acordo poderá ser seu maior feito diplomático, vislumbrando uma nova era no Oriente Médio.

Apesar do clima otimista, analistas advertiram que o cessar-fogo ainda é frágil, dependendo da cooperação entre os envolvidos, da fiscalização internacional e do cumprimento completo das etapas previstas no plano de 20 pontos. A responsabilidade agora recai sobre os mediadores — Egito, Qatar, Turquia e EUA — e a comunidade internacional para que a trégua não volte a ruir.

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